Consultoria estima que cheias no Rio Grande do Sul tenham destruído 200 mil veículos; prejuízo estimado é de R$ 8 bilhões

Os prejuízos desse desastre vão ficando mais evidentes a cada dia à medida que a água baixa. Na pressa para fugir da enchente, milhares de carros ficaram para trás.

“A gente saiu com a água mais ou menos da cintura para cima. O veículo, infelizmente, a gente não conseguiu tirar ele daqui. A seguradora, a gente já fez o acionamento e agora a gente está esperando o guincho buscar. Ela garantiu que vai pagar”, conta o administrador Douglas Pellenz.

Segundo levantamento de uma empresa de consultoria, no Rio Grande do Sul, 200 mil veículos foram danificados pela enchente. Um prejuízo estimado no estado de R$ 8 bilhões. Assim como na casa e nos prédios, o que se vê nos carros agora é a marca onde a água chegou.

“A gente fala em torno aí de 5% a 10% dos veículos que foram inutilizados de acordo com o impacto das enchentes. A gente está dizendo aqui que cerca de 20% dos veículos impactados devem ter esse seguro contra inundação”, diz Murilo Brigante, diretor de Operações da Bright Consulting.

Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras, mais de 8 mil proprietários de veículos já pediram indenização.

“Referente a esses 8.216 veículos já avisados, representa R$ 557 milhões em pagamentos de indenizações”, afirma Dyogo Oliveira, presidente da Confederação Nacional de Seguradoras.

Nas oficinas, a demanda por higienização dobrou. Uma delas teve que contratar mais sete funcionários e só tem horário para julho.

“Quanto mais eletrônico o carro for, mais complexo ele fica. Tem situações que realmente o carro não tem salvação”, explica o empresário Dani Danilevicz.

Onde a água baixou, o trabalho dos guinchos não para.

“Carros danificados, árvores que atravessaram os carros e bateram. Está bem feia a coisa”, diz Jackson de Araujo Soares, proprietário de guincho.

Alex Azeredo teve o táxi encoberto e torce para não perder o veículo.

“Pegou painel do carro todo por dentro, além de furto de bateria, pneu. Essas coisas tudo foram perdidas. Vou levar para uma oficina que a seguradora mandou para ver se conseguimos voltar o quanto antes para poder trabalhar”, conta.

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